Eje 14: defensa, seguridad y derechos humanos



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Estado e Oposição no Brasil (1964-1984). Petrópolis: Vozes, 1987.

210 Idem, p. 72-73.

211 ALVES, Márcio M. Torturas e Torturados. Rio de Janeiro: Idade Nova, 1996.

212 Sobre a Doutrina de Segurança Nacional ver: COMBLIN, Joseph. A ideologia da Segurança Nacional: o poder militar na América Latina. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.

213 Sobre Ruanda e Ex-Iugoslávia ver: AZEVEDO, Fernanda R. A violência Sexual Contra a Mulher e o Direito Internacional. Belo Horizonte: Revista Eletrônica de Direito Internacional. v. 14, 2014

214 O Tribunal Penal Internacional para julgar os crimes de guerra e de lesa humanidade cometidos na ex-Iugoslávia foi um Tribunal ad hoc criado pela Organização das Nações como medida não-bélica para por fim à guerra na Bósnia-Herzegovina. Em 1991, Bósnia solicitou sua independência da Sérvia e o reconhecimento da ONU. A Sérvia e os bósnios sérvios se opuseram e realizaram um golpe de Estado em abril de 1992. Ver: ARGIBAY, Carmen. La experiência del Tribunal Penal Internacional para la ex Yugoslavia. In SONDERÉGUER. María (Org.). Género y poder: violencias de género en contexto de represión política y conflictos armados. Bernal: Universidade Nacional de Quilmes, 2012.

215 Para a socióloga Heleieth Saffioti “a violência de gênero, teoricamente, engloba tanto a violência de homens contra mulheres quanto a de mulheres contra homens, uma vez que o conceito de gênero é aberto. Ver SAFFIOTI, Heleieth. Gênero patriarcado violência. São Paulo: 2 Ed. Expressão Popular, 2015. p. 47

216 Contra os homens, essa violência assume uma particularidade: transformar o outro, no caso o “inimigo de guerra”, em alguém inferior colocando-o na posição designada ao gênero feminino. Por isso, a feminilização torna-se um ato degradante para as vítimas masculinas, pois visa destruir sua identidade masculina.

217Consideramos o patriarcado como um fenômeno social que está em constante transformação.

218 SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade. Porto Alegre: UFRGS, 1995.p. 86

219 O Projeto Brasil: Nunca mais é um dos primeiros a citar essas práticas.

220 Sobre a pesquisa ver CONTREIRAS, Janaína A. Terrorismo de Estado e violência sexual na ditadura brasileira (1964-1985), Monografia. Departamento de História, IFCH/UFRGS, Porto Alegre, 2015.

221 JOFFILY, Olívia R. O corpo como campo de batalha. In: PEDRO. Joana; WOLFF, Cristina, S. (orgs.). Gênero, Feminismo e Ditaduras no Cone Sul. Florianópolis: Mulheres, 2010. p. 234

222 Optamos por manter o anonimato das sobreviventes. Então usaremos um M maiúsculo (de mulher) e um número relativo ao conjunto de casos analisados.

223 CEIEP/RS: Processo nº 6874-1200/98-7.

224 MERLINO, Tatiana; OJEDA, Igor (orgs). Direito à memória e à verdade: Luta, substantivo feminino. São Paulo: Editora Caros Amigos, 2010.

225 CEIEP/RS: Processo nº 6620-1200/98-0.

226 Ordem dos Advogados do Brasil. Conselho Federal: Comissão de Direitos Humanos. Assunto: tortura praticada pela Polícia Civíl, Inês Etienne Romeu.

Disponível em < http://www.epsjv.fiocruz.br/upload/doc/DEPOIMENTO_INES.pdf> Acesso em: out. 2015.



227 SCOTT, op. cit. p. 86.

228 Entendemos abuso sexual ações como tocar o corpo, beijar à força, masturbar-se na frente ou em cima da vítima. Qualquer ato libidinoso que conote assédio ou violação do corpo.

229 CEIEP/RS: Processo nº 7024-1200/98-0.

230 CNV: transcrição nº 00092.000430/2014-53.

231 CNV: transcrição nº 00092.001159/2014-73.

232 CEIEP/RS: Processo nº 5413-1200/98-3.

233 JOFFILY, op. cit. p. 235-236.

234 CEIEP/RS: Processo nº 5854-1200/98-6.

235 CNV: transcrição nº 00092.001123/2014-90.

236 Entendemos que o início do processo de violência se dá com o sequestro, a detenção ilegal (que na maioria das vezes é de forma brutal) chegando as sessões de tortura.

237 AGGER, Inger; JENSEN, Buss. A potência humilhada: tortura sexual de presos políticos de sexo masculino. Estratégias de destruição da potência do homem. In: RIQUELME. U, Horácio. Era de Névoas: direitos humanos, terrorismo de Estado e saúde psicossocial na América Latina. São Paulo: EDUC, 1996. p. 53.

238 CEIEP/RS: Processo nº 6465-1200/98-5.

239 CEIEP/RS: Processo nº 1310-1200/98-8

240 CEIEP/RS: Processo nº 6999-1200/98-2.

241 Neste quartel general funcionou o Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI) no Rio de Janeiro, está localizado na Rua Barão de Mesquita, 425, Tijuca, zona norte da cidade, durante a ditadura brasileira. Disponível em: http://www.cartografiasdaditadura.org.br/files/2014/02/DestacamentodeOpera%C3%A7%C3%B5esdeInforma%C3%A7%C3%B5es-DOI-CODI1.pdf . Último acesso em 01 de julho de 2016.

242 CNV: transcrição nº 00092.001294/2013-38.

243 CEIEP/RS: Processo nº 6407-1200/98-0.

244 Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br/caderno-da-cidadania/_ed812_a_reporter_pergunta_o_ministro_gagueja/ . Último acesso em 24 de outubro de 2015

245 É importante frisar que o uso da maternidade como ponto fraco para atacar as mulheres (tão explorado nos demais países do Cone Sul), também foi utilizado pela ditadura brasileira. Esse tipo de violência é encontrado nos casos M5, M44, M45, M84 e M113 (ameaça ou tentativa de aborto) e M13, M87, M93, M105, M106 e M115 (ameaça de tortura nos filhos).

246 Gramsci, Antonio: Notas sobre Maquiavelo. Nueva visión, Buenos aires, 1997, p. 74.

247 Comando General Control del Estado. Casa de gobierno. “Disposición Especial n. 2” leyenda “secreto, confidencial, personal”, s.f., AGN AI Fiscalía Nacional de Recuperación Patrimonial, (en adelante FNRP) com. 31, caja 22, expte. 5860.

248 Testimonio de Guillermo Solveyra Casares, tomado el 24/1/56, en presidio Usuahia, FNRP, com 47, caja 3, n de archivo 39, expte. 22057, fs. 109.

249 Potash, Robert: El ejército y la política en la Argentina (1945-1962), Sudamericana, Bs. As. 1981, p. 81

250 Entendemos que aquí la fuente presenta un error de tipeo y que debe referirse a las SIA (Servicios de Inteligencia de las Fuerzas Aéreas).

251 Testimonio de Walter Mario Pereyra, 23/12/55, AGN, AI, FNRP, com. 47, caja 3,

n. de archivo 39, expte. 22057, fs. 16.



252 Idem, fs. 17.

253 Idem fs. 19.

254 Testimonio de León Durand, 5/3/56, AGN. AI, FNRP, com. 47, caja 1, n. de archivo 7, expte. 22053, fs. 6 y 7.

255 Testimonio de Zoe Martinez, 23/12/55, AGN, AI, FNRP, com. 47, caja 3, n. de archivo 39, expte. 22057, fs. 11.

256 AGN, AI. FNRP, com, 25, caja 6, expte. 103234. Carta elevada por LF., 3/7/55, fs.1.

257 AGN, AI. FNRP., com. pcial. Neuquén, caja 1, expte. 102574, fs. 5-7.

258 Un empleado del Servicio de Seguridad del Ministerio del Ejército interrogado sobre las funciones de este organismo, responde que se ocupaba del control político de los adversarios y las actividades y fidelidad de individuos de jerarquía en el partido oficialista. Testimonio de Jorge Arturo Otero, AGN AI, FNRP, com. pcial. Córdoba, caja 1 expte. 105916/56, fs. 11.

259 Testimonio de Walter Mario Pereyra, op. cit., fs. 17 y 18.

260 Silvia Mercado realiza una observación pertinente: por su oficio, los periodistas de la Subsecretaría de informaciones estaban a veces más capacitados para obtener información que los servicios de inteligencia, sabían a quién y qué preguntar y hacerlo en forma discreta. Mercado, Silvia: El inventor del peronismo. Raúl Apold, el cerebro oculto que cambió la política argentina. Planeta, Buenos Aires, 2013.

261 Comando General Control del Estado Casa de Gobierno: “Disposición Especial n. 2”, AGN. AI, FNRP, com. 31, caja 22, expediente 5860.

262 Ídem, p. 1. del documento, subrayado en el original.

263 Ídem, pp. 2 y 3.

264 Testimonio de Delia Degliuomini de Parodi, 3/12/55, AGN. AI, FNRP, com. 47, n° de archivo 19, fs. 36.

265 Comando General. Control del estado. Casa de Gobierno: Disposición Especial n. 2, op. cit., p. 2. del doc, FNRP, com. 31, caja 22, expte. 5860, n° de archivo 236. Documento con sello: “secreto, confidencial, personal.”

266 Idem, p. 4, cursivas nuestras.

267 Idem, p. 4.

268 Creemos que la disposición anterior a la que refiere el documento es la “"Orden General N°1 (Prevención-Represión)", también firmada por Control del Estado” Por ejemplo, la “Orden General n. 1” Plantea que "Si la lucha psicológica opositora es efectuada escudándose en el anónimo, ya sea por llamadas telefónicas, cartas, panfletos, volantes, etcétera, el afectado llevará este hecho a conocimiento del Servicio de Informaciones de la dependencia u organización a que pertenezca (…) Los Servicios de Informaciones mantendrán informada a la Coordinación de Informaciones de Estado de los actos que la oposición realice en este sentido y de las medidas adoptadas para neutralizarlos". Orden General n. 1.”, cit. por Gambini, Hugo: “Hace 50 años se dio una orden de represión feroz, hoy poco conocida”, La Nación, 3 de mayo de 2002. Como se observa se reclaman las mismas medidas que en el documento que nosotros hemos analizado.

269 Young, Ricardo: SIDE, la Argentina secreta, Buenos Aires, Planeta, 2006

270 Ley 13985, Boletín Oficial de la República Argentina, 16 de octubre de 1950. El debate parlamentario de dicha ley puede verse en el Diario de Sesiones de la Cámara de Diputados del 6 de septiembre de 1950.

271 Zoe Martinez explica el procedimiento en manos de Uriondo. Testimonio de Zoe Martinez, 10/1/56, AGN. AI, FNRP, expte. 22057, op. cit., fs. 59.

272 Testimonio de Zoe Martinez, 21/12/55, expte. 22057, op. cit., fs. 7

273 Testimonio de Walter Pereyra, 23/12/55, expte. 22057, op. Cit., fs. 16.

274 Testimonio de Oscar Uriondo, expte. 22057, op. cit., f.s. 40.

275 Testimonio de Zoe Martinez, expte. 22057, 22/12/55, op. cit., fs .7

276 No siempre es sencillo distinguir cuáles obedecían a fines políticos y cuáles a motivos personales, ya que recurría en su vida privada a los mismos procedimientos que empleaba contra adversarios políticos. Ejemplo FNRP, com. 15, caja 20, expte. 103827.

277 Entrevista a Delia Justina Trapani y Lara, FNRP, com 47, caja 3, n° de archivo 39, expte. 22057, fs. 64.

278 Testimonio de Zoe Martínez, 23/12/55, op. cit..

279 Es probable que Perón empleara a Zoe Martinez como contrapeso a Uriondo y confiara más en ella para investigar planes militares. Ver: Expte 22057, op. cit., fs. 40-43, y 60.

280 Testimonio de Zoe Martinez, 6/12/55, expte. 22057, op. cit., fs. 27.

281 Testimonio de Walter Pereyra, op. cit., fs. 19.

282 Denuncia en el tetimonio de Duilliia Esther Catalina Fayolone de Tessaire, expte. 22057, op. cit.,fs 117. En el careo Zoe Martinez agrega que las hojas de la casa las empleo solo de borrador, no en el original, idem, fs. 132.

283 Gobernación del territorio nacional de Chubut, nota n° 87, 11/9/50 dirigida al Sr. Ministro del Interior. AGN. AI. M.I. exptes. s., c. y r., caja 96, expte. 784 R.

284 Notas del Gobernador del territorio de Santa Cruz al Ministro del Interior del 1 y 6 de febrero de 1953. AGN. AI. M.I. exptes. s., c. y r., caja 119, expediente 92.

285Acta policial labrada el 17 de agosto 1952 en estación del Ferrocarril General Belgrano, Formosa, donde se detiene a una mujer recibe encomienda dirigida a ella que contiene 200 ejemplares del periódico “Nuestra Mujer”, AGN. AI. M.I. exptes. S.C. y R, caja 118, expediente 198, Gobernación de Formosa. En el mismo sitio un día antes hay un caso similar: Acta de secuestro de paquete conteniendo periódico comunista Nuestra Palabra, 16 agosto 1952, en Estación del Ferrocarril Belgrano, retirado por un hombre de reconocida filiación comunista que es detenido AGN. AI. M.I. exptes. S.C. y R, caja 118, expediente 199.

286AGN AI. FNRP, com. pcial. Córdoba, caja 1 expte. 105916/56, fs. 1-3 y 5.

287 Testimonio de Pablo Marassa, 7/10/1955, en expte. 105916/56, op. cit., fs. 10.

288 Testimonio de Vieyra Sanchez, 7/10/1955, en 105916/56, op. cit., fs. 9

289 Expte. 105916/56, op. cit., fs. 6

290 Testimonio de Carlos Mendez, 6/10/55, en 105916/56, op. cit., fs 12 y 13.

291 Testimonio de Ricardo Julio Ceballos, 8/10/55, en 105916/56, op. cit., fs. 8.

292 Testimonio de Salustiano Araoz, 8/10/55, en 105916/56, op. cit., fs. 14,

293 Testimonio de Máximo Alejandro Juncos, 8/10/55, en 105916/56, op. cit. fs. 15. Eulogio Navarro, que brinda testimonio el 8/10/55 también refiere que tal misión les fuera confiada por la superioridad “por ser los mejores empleados del correo” “misión sumamente noble por cuanto se trataba de un servicio para la seguridad del Estado” en ídem fs.16/18. Lo mismo atestigua en igual fecha Dionisio Lazaro a fs. 19.

294 Pcia. de Buenos Aires, Gobernación “Coordinación de informaciones” 27/1/53, Ciudad de Eva Perón, CIBA. AGN AI, FNRP, com. 7, caja 2 expte. 100761.

295Testimonio de Guillermo Solveyra Casares, tomado el 24/1/56 en Ushuahia, AGN AI FNRP, com. 47, expte. 22057, fs. 109. Todas las referencias a este testimonio corresponden a fs. 106-109.

296 Ver, por ejemplo, AGN AI, Fondo Min del Int. Exptes. Secretos, confidenciales y reservados, (en adelante FMI. Exptes. S,CyR) caja 59, expte. 67, circulares 98 y 629 E.

297AGN AI FMI. Exptes. S,CyR, caja 8, expte 252, carta de coronel Gilbert al sr Ministro del interior, 22 de julio de 1943.

298 FNRP, comisiones provinciales. Chaco, caja 8, Expte 8425/55, fs 5. Negritas nuestras. Esta es solo una de las denuncias que constan en el expediente. Cabe señalar que otros autores en base a otras fuentes ya han señalado a Solveyra Casares como responsable de la represión en Chaco en 1945 y el asesinato de 5 personas, entre ellas las tres indicadas en esta denuncia (Ramón y Sdev Pastozuk y Leonor Quaretta). Ver: Kocik, Ariel “Una temporada de terror en Florida” en http://www.anred.org/spip.php?article3829. Y “Las cárceles en tiempos de  Perón’ , Todo es Historia, abril de 2011,n° 525. La denuncia que transcribimos presenta varios errores de tipeo que hemos conservado.

299 Testimonio de Solveyra Casares, op. cit., fs 109.

300 Guillermo Solveyra Casares, Presidencia de la Nación, División Informaciones, carta dirigida al Sr. Ministro del Interior, Buenos Aires, 6 abril 1949. AGN AI. AI FMI. Exptes. S, C y R, Caja 88, expediente 58.

301 Testimonio, de Solveyra Casares, ob cit. Fs 109.

302 Gambini, Hugo “La JUSTICIA de Perón”, La Nación, 7 de julio de 2003.

303 Testimonio, de Solveyra Casares, ob cit. Fs 109.

304 Testimonio, de Solveyra Casares, ob cit. Fs 109.

305 Testimonio de Solveyra Casares, ob cit. fs 108

306 Testimonio de Juan Bautista de Lorenzi, tomado el 31/1/56 por la Comisión de Investigación 47 FNRP, AGN AI FNRP, com. 47, caja 3, n° de archivo 39 expte 22057, fs 140.

307 Testimonio de Maria Carmen Pera Tomkinson de Foster, tomado el 17/1/56, por la Comisión de Investigación 47 FNRP, AGN AI FNRP, com. 47, caja 3, n° de archivo 39 expte 22057, fs. 88.

308 Testimonio de Maria Carmen Pera Tomkinson de Foster, tomado el 18/1/56, expte 22057, op. cit., fs. 90.

309 Ibídem.

310 Ídem, fs. 91.

311Testimonio de Raíl Mendé, op. cit, fs. 193.

312 Testimonio de Maria Carmen Pera Tomkinson de Foster, op. cit, fs. 90.

313 Testimonio de Guillermo Solveyra Casares, tomada el 24/1/56 en el penal de Ushuaia, expte 22057, op. cit., fs. 110.

314 Como ejemplo, en 2010, bajo la administración Lugo, es impulsada la Iniciativa de la Zona Norte (IZN) con el objetivo declarado de reducir la actividad delictiva y el nivel de violencia en la zona noreste del país, formalizando la presencia estadounidense en la zona. Los territorios abarcados por el programa –Departamentos de San Pedro, Concepción, Amambay y Canindeyú– son justamente aquellos donde la soja se encuentra en plena expansión y “coinciden” con los que estuvieron bajo estado de excepción en los años de 2010 y 2011. (Coronel, Doughman, Duré, Irala y Palau, 2012: 170). En febrero de 2014 el Comando Sur instala un Centro de Operaciones de Emergencia en San Pedro con el objetivo declarado de aumentar la capacidad de respuestas ante desastres naturales (ABC Color, 22/02/2014)


315 La elección de trabajar con artículos del periódico ABC Color no es arbitraria sino que va de acuerdo con el objetivo de verificar la forma en que se articulan las tendencias discursivas sobre el EPP desde el medio de prensa escrita más importante del país y que ocupa rol central en la construcción de narrativas estrechamente vinculadas a los intereses de los grupos dominantes en Paraguay.

316 Entrevista realizada el 14 de octubre de 2013 en Tacuati Poty.

317 La comitiva fue integrada por representantes de la CODEHUPY, el Servicio Paz y Justicia – Paraguay (SERPAJ PY), el Sindicato de Periodistas del Paraguay (SPP), el Comité de América Latina y el Caribe para la Defensa de los Derechos de la Mujer – Paraguay (CLADEM PY) y la Fundación Andrés Rivarola Queirolo (FUNDAR). Ver la crónica de la visita en: http://www.serpajpy.org.py/?p=1835#more-1835

318El orden de allanamiento fue requerida por el Abog. Carlomagno Alvarenga de Souza, agente fiscal interino de la Unidad Penal N°3 de la Fiscalía Zonal de Santa Rosa del Aguaray del Departamento de San Pedro (Proceso “Gustavo Ramon Cardozo Bazan y otros s/ Homicidio Doloso en la Estancia Paso Ita – Distrito de Tacuati” Expte N°51, Folio N°08, año 201. Tomo I, pág. 95)

319 Proceso “Gustavo Ramon Cardozo Bazan y otros s/ Homicidio Doloso en la Estancia Paso Ita – Distrito de Tacuati” Expte N°51, Folio N°08, año 201. Tomo I, pág. 122.

320 Eliodoro Bazan, Jacinta Galeano y los hijos Eliodoro Salvador Bazan (13 años) y Cristian Bazan (7años) (Proceso “Gustavo Ramon Cardozo Bazan y otros s/ Homicidio Doloso en la Estancia Paso Ita – Distrito de Tacuati” Expte N°51, Folio N°08, año 201. Tomo I, pág. 169).

321 Material audiovisual facilitado por el SERPAJ-PY.

322 Acta de Procedimiento, Proceso “Gustavo Ramon Cardozo Bazan y otros s/ Homicidio Doloso en la Estancia Paso Ita – Distrito de Tacuati” Expte N°51, Folio N°08, año 201. Tomo I, pág. 16

323 La primera fase del Plan Umbral se realizó entre 2006 y el 2008, y se enfocó en la lucha contra la corrupción y la informalidad económica, ya la segunda fase fue iniciada en abril de 2009 y tuvo como objetivo central la reducción de la corrupción y el fortalecimiento del estado de derecho en Paraguay (USAID, 2012).

324 Proyecto de Ley “Que Declara el Estado de Excepción en los Departamentos de Concepción, San Pedro, Amambay y Alto Paraguay”, disponible en http://www.diputados.gov.py/plenaria/100423-SE/pdf100423se/01.pdf

325 LEY Nº 3.994 que declara el Estado de Excepción en los Departamentos de Concepción, San Pedro, Amambay, Alto Paraná y Presidente Hayes.

326 LEY N° 4473 que declara el Estado de Excepción en los Departamentos de Concepción y San Pedro.

327 Textos completos en: Proyecto de Ley que modifica los artículos 2°, 3° y 56 de la Ley Nº 1337/99 de Defensa Nacional y Seguridad Interna, 20 de agosto de 2013, disponible en http://www.diputados.gov.py/plenaria/130821-SO/pdf130821so/01.pdf

328 Decreto Nº 103/13 por el cual se dispone el empleo de elementos de combate de las fuerzas armadas de la nación en operaciones de defensa interna, en los departamentos de Concepción, San Pedro y Amambay, 24 de agosto de 2013, disponible en: http://www.dgaf.mil.py/wp-content/uploads/2014/01/Decreto-N%C2%BA-10313-Por-el-cual-se-dispone-el-empleo-de-elementos-de-Combate-de-las-Fuerzas-Armadas-de-la-naci%C3%B3n-en-operaciones-de-Defensa-Interna-en-los-Departamentos-de-Concepci%C3%B3n-San-Pedro-y-Ama.pdf



329 Ley Nº294 de Defensa de la Democracia, 1955. Art 1º: castiga a “los que se alzaren a mano armada contra los poderes constituidos para suplantar total o parcialmente la organización democrática republicana de la nación, por el sistema comunista o cualquier otro régimen totalitario”. Art. 2°: “Serán reprimidos con la pena de seis meses a cinco años de penitenciaría: 1) los que difundieren la doctrina comunista o cualesquiera doctrinas o sistemas que se propongan destruir o cambiar por la violencia la organización democrática republicana de la Nación (Museo Virtual de la Memoria y Verdad Sobre el Stronismo: http://www.meves.org.py/?node=page,66&meves=guided,596,0)



330 Para una visión crítica del sistema penal paraguayo, además del texto citado que forma parte del Informe Derechos Humanos en Paraguay 2013, se recomienda la revisión de: Martens, Juan; Orrego, Roque. Derecho a las garantías judiciales y al debido proceso: desilusiones y retrocesos por ineficacia de operadores de justicia en el sistema penal. En: Derechos Humanos en Paraguay 2005 (CODEHUPY, 2005).

331 “El Derecho Penal tiene dos grandes enfoques: uno se llama garantismo penal. Nuestra Constitución Nacional, nuestro Código Procesal Penal son garantistas. ¿Qué quiere decir esto? Que se parte de la idea de que el Estado es violento y que por tanto se nos debe proteger de esa violencia del Estado. O sea, el Estado nos tiene que proteger a través de leyes súper concretas y específicas del ejercicio del poder punitivo” explica Martens en la entrevista “El sistema penal tiene un mecanismo súper efectivo de desmovilización que son las medidas alternativas a la prisión (SERPAJ-PY, 23/05/13).

332 Citado en Moreno Ocampo, L. (2014).

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